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Blog da Sala de Cinema Ulysses Geremia, que faz parte do Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás, com informações sobre o espaço e sua programação, assim como notícias, dicas e resenhas em geral.

Programação: "DOIS IRMÃOS"


Em cartaz, na Sala de Cinema Ulysses Geremia:

DOIS IRMÃOS
(Dos Hermanos, 2010)

Direção: Daniel Burman
Roteiro: Daniel Burman e Diego Dubcovsky
Elenco: Graciela Borges, Antonio Gasalla, Rita Cortese, Elena Lucena e Omar Núñez.
Duração: 105 minutos
Gênero: Comédia | Drama
Classificação: 12 anos

Período de exibição:
Dias 20, 21, 22 e 23 de janeiro
Dias 27, 28, 29 e 30 de janeiro
Sessões de quinta a domingo, às 20h

Ingressos:
R$ 5,00 e R$ 2,00 (estudante e sênior)

Sinopse:
Susana é egocêntrica e valoriza o próprio sucesso acima de tudo. Por esse motivo, deixou exclusivamente a cargo do irmão Marcos a tarefa de cuidar da mãe. Quando esta morre, Marcos se vê solteiro aos 64 anos e sem grandes realizações profissionais. Ao ser expulso por Susana do apartamento onde sempre morou com a mãe em Buenos Aires, vai buscar asilo em uma pequena cidade no Uruguai. Lá, ingressa em um grupo de teatro, desenvolve amizades e recupera a vontade de viver. Mas as notícias de seu progresso desagradam a irmã, que resolve lhe fazer uma visita.

Mais sobre o filme:
Dois Irmãos é a mais nova comédia dramática do premiado realizador argentino Daniel Burman, que tem no currículo diversos prêmios por filmes como "As Leis de Família", "O Abraço Partido" e "Ninho Vazio". Com os grandes atores Graciela Borges e Antonio Gasalla, "Dois Irmãos" se foca na delicada e cômica relação fraterna dos protagonistas, composta por interesses, desencontros e muitas sutilezas. Exibido em 2010 nos festivais de cinema das cidades de Gramado e do Rio de Janeiro, "Dois Irmãos" divertiu seu público com um humor inteligente, irônico e como dificilmente se encontra no cinema contemporâneo.

Críticas:
"Graciela Borges e Antonio Gasalla, que vivem os protagonistas, fazem a diferença em um roteiro que, em outras mãos (ou em um país obcecado por sua televisão), poderia facilmente transformar-se em um novelão. Conduzido pelo argentino, o roteiro inspirado no livro Villa Laura, de Sergio Dubcovsky, torna-se exemplo de qualidade de atuação, excelente condução de atores e narrativa cinematográfica sem excessos."
Érico Borgo, do site Omelete.

"É o cinema argentino visitando outra vez os temas da solidão, da melancolia e da incomunicabilidade, tão queridos à cultura daquele país. E, para isso, não precisa mais do que um roteiro sólido, uma direção segura e – como sempre – belíssimos atores."
Celso Sabadin, do site Cineclick.

Trailer:

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